MÉDICA OFTALMOLOGISTA · RETINA, VÍTREO E UVEÍTES · CURITIBA – PR
Baixa Visão e Reabilitação Visual
Avaliação e prescrição de recursos ópticos para quem mantém perda visual mesmo após tratamento e correção.

Sinais que pedem avaliação
Sinais que pedem avaliação de baixa visão
A visão não melhora com óculos
A correção já foi ajustada e a dificuldade permanece.
Dificuldade para ler com a melhor correção possível
Jornal, bula e tela do celular ficaram inacessíveis.
Perda de autonomia em tarefas do dia a dia
Cozinhar, separar medicação, sair sozinho.
Sequela de DMRI, glaucoma ou retinopatia diabética
Doenças que estabilizaram, mas podem deixar alguma perda visual.
Perda visual de longa data ou congênita
Recursos ópticos podem ser prescritos em qualquer idade.
Campo visual reduzido
Dificuldade para se localizar e desviar de obstáculos.
Causas e mecanismos
O que caracteriza a baixa visão
Baixa visão é a perda visual que permanece mesmo depois de esgotados o tratamento clínico, o cirúrgico e a correção óptica — e que ainda assim permite uso funcional da visão restante.
Degeneração macular relacionada à idade
Retinopatia diabética avançada
Glaucoma em estágio avançado
Sequela de uveíte
Distrofias hereditárias de retina
Perda de campo visual por causa neurológica
Baixa visão de origem congênita
Por que não adiar
Recurso óptico prescrito cedo preserva autonomia
O que me inspirou a atuar com reabilitação visual foi a possibilidade de cuidar do paciente do começo ao fim. Quando não conseguimos recuperar 100% da visão, isso não significa que não existam mais possibilidades. A reabilitação visual é justamente uma forma de encontrar novos caminhos para aproveitar ao máximo a visão que ainda existe, promovendo mais autonomia, segurança e qualidade de vida.
Como é a consulta
As etapas da avaliação funcional
A avaliação é feita pela Dra. Maíra e, quando o caso pede acompanhamento multidisciplinar continuado, o encaminhamento é feito para um centro de reabilitação.
Avaliação da visão funcional
Medida do que você ainda enxerga e de como usa essa visão nas tarefas do dia a dia.
Testes com recursos ópticos
Lupas, telescópios, filtros e ampliadores testados na própria consulta.
Prescrição e orientação
Indicação do recurso adequado e orientação de uso, com encaminhamento multidisciplinar quando necessário.

Quem vai atender
Dra. Maíra de França
Médica Oftalmologista · Retina, Vítreo e Uveítes
Residência em Oftalmologia, formação em Retina e Vítreo e Mestrado em Ciências pelo Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo (HSPE), entre 2006 e 2013
Formação complementar em Uveítes e em Ultrassonografia Ocular pela UNIFESP
Fellowship em Baixa Visão pela FMUSP e formação complementar em Oncologia Ocular pelo Kellogg Eye Center (University of Michigan)
Título de Especialista em Oftalmologia pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia, obtido em 2008
Atua em Curitiba desde 2013, com foco em Retina Clínica e Cirúrgica, Uveítes e Reabilitação Visual


FAQ
Pacientes Sempre Perguntam
Suas dúvidas antes de agendar
Quando a visão não melhora com óculos, há o que fazer
Atendimento presencial · Batel e Champagnat · Curitiba – PR
