MÉDICA OFTALMOLOGISTA · RETINA, VÍTREO E UVEÍTES · CURITIBA – PR
Retinopatia Diabética
Avaliação, tratamento e acompanhamento da complicação ocular do diabetes, com os exames de retina conduzidos pela própria médica.

Sinais que pedem avaliação
Sinais de retinopatia diabética
Visão embaçada que varia ao longo do dia
A oscilação costuma acompanhar as variações da glicemia.
Manchas ou pontos escuros flutuando
Podem indicar sangramento dentro do olho.
Dificuldade para ler ou reconhecer rostos
Sinal de comprometimento da mácula, o centro da visão.
Diabetes há mais de cinco anos, mesmo sem sintoma
A retinopatia se instala antes de qualquer queixa visual.
Glicemia descompensada por longos períodos
Acelera a lesão dos vasos que irrigam a retina.
Perda súbita de visão em um dos olhos
Exige avaliação imediata.
Causas e mecanismos
Como o diabetes atinge a retina
O excesso de glicose no sangue danifica os vasos que irrigam a retina. Eles vazam, entopem e estimulam o crescimento de vasos novos e frágeis, que sangram.
Edema macular diabético
Hemorragias dentro da retina
Isquemia por oclusão de capilares
Neovascularização e retinopatia proliferativa
Hemorragia vítrea
Descolamento tracional da retina
Glaucoma neovascular nos casos avançados
Por que não adiar
No diabetes, o atraso no diagnóstico é o que custa visão
Quanto maior o atraso no diagnóstico, menor a chance de recuperar a visão ou parte dela. Em quadros como o edema macular diabético e a hemorragia vítrea, a recuperação pode ser expressiva quando o tratamento começa cedo. Por isso a avaliação anual do fundo de olho é indicada para todo paciente com diabetes, mesmo sem sintoma algum.
Como é a consulta
Da avaliação ao plano de tratamento
Consulta com duração média de 20 a 30 minutos. O acompanhamento costuma exigir tomografia de coerência óptica repetida a cada retorno.
Mapeamento da retina
Retinografia e exame do fundo de olho sob dilatação.
Exames complementares adicionais
Tomografia de coerência óptica (OCT), angiotomografia (OCT-A), angiofluoresceinografia e ultrassonografia, quando indicadas, são agendadas separadamente.
Plano de tratamento
Injeção intravítrea, fotocoagulação a laser ou cirurgia, conforme o estágio da doença.

Quem vai atender
Dra. Maíra de França
Médica Oftalmologista · Retina, Vítreo e Uveítes
Residência em Oftalmologia, formação em Retina e Vítreo e Mestrado em Ciências pelo Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo (HSPE), entre 2006 e 2013
Formação complementar em Uveítes e em Ultrassonografia Ocular pela UNIFESP
Fellowship em Baixa Visão pela FMUSP e formação complementar em Oncologia Ocular pelo Kellogg Eye Center (University of Michigan)
Título de Especialista em Oftalmologia pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia, obtido em 2008
Atua em Curitiba desde 2013, com foco em Retina Clínica e Cirúrgica, Uveítes e Reabilitação Visual


FAQ
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Suas dúvidas antes de agendar
Diabetes pede avaliação da retina, mesmo sem sintoma
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