MÉDICA OFTALMOLOGISTA · RETINA, VÍTREO E UVEÍTES · CURITIBA – PR
Injeção Intravítrea
Aplicação de medicamento dentro do olho para tratar edema macular e doenças vasculares da retina.

Para quem é indicado
Indicações principais
Degeneração macular na forma úmida
Vasos anormais que vazam sob a mácula.
Edema macular diabético
Acúmulo de líquido no centro da retina.
Oclusão venosa da retina
Entupimento de veia, com edema e hemorragia.
Edema macular inflamatório
Consequência de uveíte.
Retinopatia diabética proliferativa
Como parte do controle da neovascularização.
Edema macular após cirurgia intraocular
Quadro que não responde a colírio.
O que é e como funciona
Medicamento aplicado dentro do olho
A aplicação leva o medicamento diretamente ao vítreo, em contato com a retina. Isso permite dose eficaz no local sem expor o corpo inteiro ao medicamento.
Antiangiogênicos, que bloqueiam o estímulo ao crescimento de vasos anormais
Corticoides intravítreos, indicados em parte dos casos inflamatórios
Procedimento ambulatorial, com anestesia por colírio
Aplicação de poucos segundos, com o olho anestesiado e o campo esterilizado
Esquema inicial com aplicações mensais, seguido de intervalos ajustados pela resposta
Acompanhamento por tomografia de coerência óptica a cada retorno
A indicação, o medicamento e o intervalo são definidos caso a caso
Oclusão Venosa da Retina
A oclusão de uma veia da retina pode causar perda visual súbita e indolor, com hemorragias e edema no centro da visão. É uma das principais indicações de injeção intravítrea.
- Oclusão de ramo venoso, que atinge um setor da retina
- Oclusão de veia central, com perda visual mais extensa
- Hipertensão arterial, diabetes e glaucoma entre os fatores de risco
- Injeção intravítrea para controlar o edema macular
- Fotocoagulação a laser nas áreas de retina que ficaram sem irrigação
- Avaliação clínica em paralelo, já que a oclusão sinaliza risco cardiovascular ou trombofilias
Por que não adiar
Edema prolongado deixa dano permanente
Enquanto a mácula permanece edemaciada, as células responsáveis pela visão de detalhe se degeneram. O tratamento iniciado cedo tem mais chance de estabilizar o quadro — e o esquema só funciona quando as aplicações seguem o intervalo indicado.
Como é o procedimento
A aplicação, passo a passo
Realizada em ambiente adequado ao procedimento. O acompanhamento é feito por tomografia de coerência óptica, agendada à parte, o que permite ajustar o intervalo entre as aplicações.
Preparo
Anestesia por colírio, antissepsia e colocação de campo estéril.
Aplicação
Injeção de poucos segundos, com o olho anestesiado.
Orientação e retorno
Orientação de sinais de alerta e retorno programado para reavaliação com tomografia.

Quem vai atender
Dra. Maíra de França
Médica Oftalmologista · Retina, Vítreo e Uveítes
Residência em Oftalmologia, formação em Retina e Vítreo e Mestrado em Ciências pelo Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo (HSPE), entre 2006 e 2013
Formação complementar em Uveítes e em Ultrassonografia Ocular pela UNIFESP
Fellowship em Baixa Visão pela FMUSP e formação complementar em Oncologia Ocular pelo Kellogg Eye Center (University of Michigan)
Título de Especialista em Oftalmologia pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia, obtido em 2008
Atua em Curitiba desde 2013, com foco em Retina Clínica e Cirúrgica, Uveítes e Reabilitação Visual


FAQ
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